segunda-feira, 25 de março de 2013

Calculando calorias. Interpretação de tabelas

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Observe as calorias presentes em cada item da tabela e calcule quantas calorias cada aluno do 6º ano consumiu.
NOME DO ALUNO        PRODUTOS CONSUMIDOS TOTAL DE CALORIAS
AMANDA HAMBURGUER - COCA 300ML - SORVETE CASQUINHA
BEATRIZ TORTA DE MAÇÃ - MC FRUIT LARANJA PEQUENO  
CARLOS SUNDAE DE MORANGO  
DAVI SUNDAE DE CHOCOLATE - COCA  
EMANUELE BIC MAC - SORVETE DE CASQUINHA  
FÁBIO MC FRITAS PEQUENO - COCA  
GABRIELE SUNDAE DE CHOCOLATE  
HUGO BIC MAC - MC FRITAS GRANDE - COCA  
MARCELO SORVETE DE CASQUINHA  
SILVIO MC FRUIT LARANJA MÉDIO  
THALES QUARTERÃO COM QUEIJO - COCA 300 ML  
 RESPONDA.
QUAL FOI O ALUNO QUE CONSUMIU MAIS CALORIAS?
QUAL FOI O ALUNO QUE CONSUMIU MENOS CALORIAS?

SE VOCÊ FOSSE DESSA TURMA, QUAIS OS PRODUTOS QUE COMERIA?

QUAL A QUANTIDADE DE CALORIAS QUE VOCÊ CONSUMIRIA?

Texto O Poder Ultrajovem

O PODER ULTRAJOVEM
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        - Quero lasanha.
         Aquele anteprojeto de mulher - quatro anos, no máximo, desabrochando na ultraminissaia - entrou decidido no restaurante. Não precisava de menu, não precisava de mesa, não precisava de nada. Sabia perfeitamente o que queria. Queria lasanha.
         O pai, que mal acabara de estacionar o carro em uma vaga de milagre, apareceu para dirigir a operação-jantar, que é, ou era, da competência dos senhores pais.
         - Meu bem, venha cá.
         - Quero lasanha.
         - Escute aqui, querida. Primeiro, escolhe-se a mesa.
         - Não, já escolhi. Lasanha.
         Que parada - lia-se na cara do pai. Relutante, a garotinha condescendeu em sentar-se primeiro, e depois encomendar o prato:
         - Vou querer lasanha.
         - Filhinha, por que não pedimos camarão? Você gosta tanto de camarão.
         - Gosto, mas quero lasanha.
         - Eu sei, eu sei que você adora camarão. A gente pede uma fritada bem bacana de camarão. Tá?
         - Quero lasanha, papai. Não quero camarão.
         - Vamos fazer uma coisa. Depois do camarão a gente traça uma lasanha. Que tal?
         - Você come camarão e eu como lasanha.
        O garçom aproximou-se, e ela foi logo instruindo:
        - Quero uma lasanha.
        O pai corrigiu:
        - Traga uma fritada de camarão pra dois. Caprichada.
        A coisinha amuou. Então não podia querer? Queriam querer em nome dela? Por que é proibido comer lasanha? Essas interrogações também se liam no seu rosto, pois os lábios mantinham reserva.         Quando o garçom voltou com os pratos e o serviço, ela atacou:
        - Moço, tem lasanha?
        - Perfeitamente, senhorita.
        O pai, no contra-ataque:
       - O senhor providenciou a fritada?
       - Já, sim, doutor.
       - De camarões bem grandes?
       - Daqueles legais, doutor.
        - Bem, então me vê um chinite, e pra ela... O que é que você quer, meu anjo?
        - Uma lasanha.
        - Traz um suco de laranja pra ela.
        Com o chopinho e o suco de laranja, veio a famosa fritada de camarão, que, para surpresa do restaurante inteiro, interessado no desenrolar dos acontecimentos, não foi recusada pela senhorita. Ao contrário, papou-a, e bem. A silenciosa manducação atestava, ainda uma vez, no mundo, a vitória do mais forte.
       - Estava uma coisa, heim? - comentou o pai, com um sorriso bem alimentado. - Sábado que vem, a gente repete... Combinado?
      - Agora a lasanha, não é, papai?
      - Eu estou satisfeito. Uns camarões tão geniais! Mas você vai comer mesmo?
      - Eu e você, tá?
      - Meu amor, eu...
      - Tem de me acompanhar, ouviu? Pede a lasanha.
      O pai baixou a cabeça, chamou o garçom, pediu. Aí, um casal, na mesa vizinha, bateu palmas. O resto da sala acompanhou. O pai não sabia onde se meter. A garotinha, impassível. Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem.

ANDRADE, Carlos Drummond. Crônicas I - “Para Gostar de Ler 1”. São Paulo: Editora Ática; 2005. 27º Edição                                                                         
                    A T I V I D A D E S                                                                    

Quais são expressões utilizadas pelo autor para deixar claro que a filha era muito jovem?

Faça a descrição física da garotinha:

Faça a descrição psicológica da menina:


O pai demonstrou ter boas qualidades? Quais?
 EDUCADO          PRESTATIVO          GULOSO          MANDÃO

A garotinha era decidida e firme em suas decisões. Qual foi o fato que confirmou a afirmação?


Quantas vezes a menina pediu para comer lasanha?
dez        doze        treze        quatorze

O pai era carinhoso ou autoritário com a filha? Copie expressões que confirmem sua resposta.


Qual foi a atitude da criança quando o prato de fritada de camarões foi servido?
Recusou-se a comer demonstrando ter personalidade.
Comeu com má vontade por ter medo do pai.
Comeu tudo sem fazer cerimônia e se esqueceu da lasanha.
Comeu, porém, não se esqueceu da lasanha.

Quem venceu a questão?

O casal, na mesa vizinha, estava concordando com o pai ou com a filha? Como você percebeu isso?

Texto As Bruxinhas

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As bruxinhas
Galatéia e Brunevildes estavam tomando sol na seringueira da praça. Tinham acabado de chegar em suas vassouras mágicas. Eram duas bruxinhas minúsculas que adoravam aventuras. Então, cansadas de só fazer o mal, lá no castelo onde moravam, resolveram vir para a cidade. E agora, na vila, preparavam-se para fazer as mais incríveis benfeitorias. E, ainda por cima, por encomenda. 
No meio das plantas enxergavam um sapo. Galatéia fez a voz mais doce que podia e perguntou:                                                                                                                                                 - Ei, amigo sapo, que tal virar príncipe?
            O sapo abriu, fechou os olhos:
            - Sei não.
           - Como é que não sabe? - insistiu a bruxa Galatéia, enquanto Brunevildes apoiava, fazendo sinais com a cabeça. - Quer vida melhor que a de príncipe?
          - Como é vida de príncipe? - quis saber o sapo, curioso. E Brunevildes, paciente, explicou:
          - Vida de príncipe é uma beleza! Não se faz nada o dia inteiro. Come-se do bom e do melhor e ainda por cima desencantam-se princesas adormecidas com um beijo!
          - Vamos por partes - disse o sapo, bocejando. - Não fazer nada o dia inteiro deve ser chato pra burro. Comer do bom e do melhor é questão de gosto: depende muito do que se come.
          - Faisão assado, javali na brasa...
          - Puf! - cuspiu o sapo. - Quanta porcaria! E a terceira ainda é pior. Imagine desencantar princesas adormecidas há séculos. Só dando um bom banho nelas, antes...
          - Ô seu sapo sem romantismo! - bufou a Galatéia. - Quer dizer que você não quer ser príncipe?
         - Pra falar a verdade, prefiro continuar sendo sapo. Caço o dia inteiro e nem vejo o dia passar; gosto de comer moscas e não javalis na brasa; e ainda vou me casar, no mês que vem, com uma linda sapa que nunca dormiu tanto assim e, além do mais, é muito cheirosa...

Márcia Kupstas, Sapo de estimação, Editora Moderna

Quais são as personagens do texto?

Os nomes das duas bruxinhas são comuns ou estranhos?

Com que intenção (intuito) as bruxinhas vieram para a vila? Por quê?


Com que meio de transporte elas vieram para a praça?

Qual foi a proposta que as bruxinhas fizeram ao sapo?


A primeira reação do sapo foi de:
Quais as vantagens que Brunevildes apresentou ao sapo, tentando convencê-lo de que a vida de príncipe era uma beleza?



Qual a opinião do sapo a respeito do fato de não fazer nada durante todo o dia?


Das vantagens propostas pelas bruxinhas, qual delas o sapo considerou a pior?

Onde ocorre a história?

Relacione os adjetivos que caracterizam as personagens ou coisas que aparecem no texto:
(a)    Vassouras                    incríveis
(b)   Bruxinhas                    muito doce
(c)    Benfeitorias                 mágicas
(d)   Voz de Galatéia          minúsculas, cansadas de fazer o mal, insistentes
(e)    Brunevildes                 bela (uma beleza)
(f)    Vida de príncipe         paciente
(g)   Princesas                   linda, cheirosa
(h)   Sapo                          adormecidas
(i)     Sapa                            curioso

Cômodos de uma casa

Observe a planta da casa abaixo e escreva, em Inglês, os nomes dos cômodos.
  Parts of the house
1  
2  
3  
4  
5  

partes do copo humano

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ESCREVA, EM INGLÊS,  NA FRENTE DE CADA NÚMERO A PARTE DO CORPO CORRESPONDENTE INDICADA NO DESENHO


ONE
TWO
THREE
FOUR
FIVE
SIX
SEVEN
EIGHT
NINE
TEN
ELEVEN
TWELVE
THIRTEEN


O Velho Marinheiro

A  ILHA  DO  TESOURO

Capítulo 1 – O Velho Marinheiro

     “Estamos na Inglaterra do século XVIII. Escrevo esta história, sobre a Ilha do Tesouro, a pedido de meus amigos, lorde Trelawney e doutor Livesey, mas sem revelar a sua localização, pois ainda há uma parte do tesouro para ser recolhida.
       Tudo começou quando um velho marinheiro, arrastando um baú de bordo, veio se hospedar na pensão Almirante Benbow, de meu pai, na baía de Colina Preta. Era alto e forte, queimado do sol, com uma enorme cicatriz de faca no rosto, um rabo-de-cavalo caindo sobre o velho casaco azul-marinho. Enquanto vistoriava a enseada, assobiou uma velha canção do mar, que tantas vezes repetiria. Pediu rum e, ao saber que a nossa pensão ficava longe de tudo, bradou:
     - Vou ancorar aqui!
     Jogou umas moedas de ouro no balcão e disse a meu pai para avisá-lo quando precisasse de mais.
     Não parecia um marinheiro qualquer, mas um capitão. Silencioso, passava o dia rodando pela enseada, com sua luneta à mão. De volta de suas caminhadas, sempre me perguntava, apreensivo, se algum marujo tinha aparecido ali. Ele havia prometido me dar todo mês uma moeda de prata para avisá-lo se eu visse um marinheiro de uma perna só.
     Eu ficava apavorado em noites de tempestade, quando o vento sacudia a casa e o mar rugia contra as rochas na enseada, imaginando esse marinheiro perneta como uma criatura monstruosa que me perseguia.
     Contudo, não tinha medo do capitão. Certas noites, ele bebia rum demais e entoava rudes canções do mar, sem ligar para ninguém. Em outras, pedia bebida para todos e obrigava-os a cantar com ele. Dizia que tinha convivido com os piores marujos do mundo. Contava histórias assustadoras de enforcamentos, execuções na prancha, proezas em regiões selvagens. Batia na mesa, furioso, exigindo silêncio e não permitia que ninguém saísse antes de cair bêbado.
     Com o tempo, deixou de nos pagar. A sua dívida só crescia e, a cada vez que ele era cobrado, rugia, ameaçador. Isso certamente contribuiu para a morte prematura de meu pai, que vivia aterrorizado com a presença grosseira.
     Só o doutor Livesey foi capaz de enfrentá-lo. Tinha vindo à noite examinar que pai, que já havia adoecido e ficou para jantar conosco. O velho marinheiro, já embriagado, começou a entoar sua eterna canção. Animou-se e deu um soco na mesa. Todos se calaram, menos o médico, que continuou conversando.
     - Silêncio no convés! – berrou o capitão.
     - Se vai continuar bebendo assim – disse o doutor calmamente – o senhor vai embarcar logo para outro mundo.
     Enfurecido, o capitão puxou a navalha, mas o doutor Livesey não arredou pé:
     - Sou também o juiz desse distrito. Se não guardar essa navalha, mandarei enforcá-lo na próxima sessão do tribunal”.
( Robert Louis Stevenson – A Ilha do Tesouro – Série Reencontro Infantil – Editora Scipione )

  Quais os nomes dos amigos do narrador que pediram para que essa história fosse escrita
  Faça a descrição do marinheiro.

  Por que o marinheiro resolveu ancorar na ilha?
 Porque não precisava pagar
 Porque tinha uma pensão que ficava longe de tudo.
 Gostou do dono da pensão
  Leia o trecho do texto: “Com o tempo, deixou de nos pagar”
A palavra destacada refere-se a:
Velho marinheiro
Aos donos da pensão
Ao doutor que também era juiz
 Qual era preocupação constante do marinheiro?
         Que um homem de uma perna só aparecesse na ilha
         Gastar todo o seu tesouro
         De morrer
  Quem era a única pessoa que enfrentou o marinheiro e por que ele não tinha medo dele?
Leia o trecho do texto “    - Se vai continuar bebendo assim – disse o doutor calmamente – o senhor vai embarcar logo para outro mundo.” O que o doutor quis dizer?
             
                  Imagine uma das histórias assustadoras contadas pelo capitão e escreva-a abaixo:
             

tirinhas em inglês

Escreva o possível diálogo que Mônica e Cebolinha tiveram nessa tirinha:
(Em Inglês)

ESCREVA A HISTÓRIA DA TIRINHA
( EM INGLÊS)